Conduzo a venda de empresas em funcionamento e de franquias — lendo o lucro que a operação realmente gera, qualificando o comprador antes de você conhecê-lo e mantendo discrição do primeiro contato à assinatura.
Homologação não se pede: se recebe depois que a rede audita seu histórico, seu método e sua conduta. Sou o responsável pelos repasses destas quatro operações — e aplico o mesmo critério em empresas independentes.
Maior rede de dark kitchen do Brasil. Fundada em Vitória, opera mais de 20 marcas sob uma mesma estrutura.
R$ 200 milhões em 2024
Maior rede de salgados do Espírito Santo, em expansão pelo Sudeste.
Homologado
Maior franquia de beleza do Espírito Santo, com unidades nos principais bairros de Vitória.
Homologado
Referência nacional em recolocar no trânsito mulheres que têm habilitação mas não dirigem.
+120 mil alunasComprador aparece — tráfego resolve isso. A venda de uma empresa morre em outros três lugares, e nenhum deles tem a ver com anúncio.
Interessado sem capital, sem perfil, ou que zera a conta na aquisição e fica sem giro. Em franquia, some a isso a aprovação da rede: fecha-se o preço, comemora-se, e a franqueadora reprova o candidato.
O dono ancora o preço no que investiu, não no que a operação gera. Pede um número que o mercado não paga, o negócio encalha, e no oitavo mês ele aceita menos do que teria conseguido no primeiro.
Cada mês à venda custa aluguel, folha e encargos. A equipe boa vai embora, o faturamento cai, e a queda derruba o próprio valuation. Venda que demora fica mais barata.
Ser Diretor de Expansão me ensinou a olhar uma empresa por dentro — não só se o candidato agrada a franqueadora, mas se o negócio dá lucro de verdade e se tem para onde crescer. É isso que separa um dossiê que convence de um anúncio que encalha.
Contabilidade de empresa familiar quase sempre mistura despesa pessoal com a da empresa, pró-labore disfarçado e receita que não passa pelo caixa. Eu normalizo isso antes do comprador normalizar contra você na negociação.
Operação que só funciona porque você está lá todos os dias vale menos — e o comprador descobre isso na due diligence, no pior momento possível.
Capacidade instalada ociosa, ticket que aguenta reajuste, canal ainda não explorado. Comprador não paga múltiplo maior pelo passado: paga pelo que ainda dá para fazer.
Contrato de locação, passivo trabalhista, dívida com fornecedor, dependência de um cliente só. E, quando é franquia, o que a rede vai exigir do comprador.
Se você reconheceu alguma destas frases como sua, é exatamente com você que eu trabalho.
Se souberem que estou vendendo, eu me queimo.
Funcionário pede as contas, fornecedor corta prazo, concorrente aproveita, cliente some. Por isso operação conduzida por mim não vira placa na porta nem post com a fachada.
E se eu não vender e tiver que fechar?
Fechar é o cenário mais caro que existe: multa de contrato, rescisões, estoque parado e o investimento perdido. Quase sempre vender sai melhor — e é por isso que a conta precisa ser feita antes.
Não faço ideia de quanto vale.
Ninguém deveria chutar isso, e eu não chuto. Valuation é trabalho técnico, contratado à parte. Na primeira conversa eu digo se o seu negócio está em condição de ir a mercado.
Já anunciei e só apareceu curioso.
Anúncio aberto atrai quem quer conhecer, não quem quer comprar. Todo interessado passa por qualificação de capital e de perfil antes de chegar até você.
Vender agora é admitir que deu errado.
Não é. Sair no tempo certo preserva patrimônio; insistir até o caixa acabar destrói. Quem sai bem escolhe a hora — quem sai mal é escolhido por ela.
Não tenho tempo para tocar isso.
Você continua tocando a operação — que é o que sustenta o valor até o fechamento. A condução da venda é comigo, do dossiê à assinatura.
Média de 90 dias entre o início da condução e o fechamento. Trabalho com prazo definido, não com anúncio no ar por tempo indeterminado.
Entendo a operação, o motivo da saída e a urgência real. Você sai sabendo se o negócio está vendável hoje, o que trava e o que precisa ser arrumado antes.
Sem custo · Sigilo totalFaturamento, margem real, contratos, passivos, dependência do dono, potencial de crescimento e — em franquia — as condições da rede. Sai um número defensável, não um desejo.
Etapa técnica contratadaMonto o material de venda e levo a operação ao mercado com campanha paga e base própria de compradores — sem expor sua identidade.
Identidade protegidaFiltro por capacidade de investimento, perfil operacional e — no caso de franquia — probabilidade real de aprovação pela rede. Você só conhece quem passou por tudo isso.
Só o qualificadoConduzo a aproximação, a proposta, a due diligence e — quando é franquia — o processo junto à franqueadora. É aqui que muito negócio morre depois de fechado.
O gargalo realDocumentação, transferência de contratos, passagem da operação e acompanhamento da entrada do novo dono. Sua saída termina limpa.
Saída limpaTrês momentos, e você sabe o custo de cada um antes de decidir qualquer coisa.
Diagnóstico de prontidão. Você sai sabendo se o negócio está vendável hoje e o que precisa ser arrumado antes. Se não for a hora, eu digo — e a conversa termina aí sem constrangimento.
Sem custoValuation, dossiê de venda e campanha dirigida para encontrar comprador. É trabalho técnico feito antes de existir qualquer interessado — por isso é contratado, e não embutido na comissão.
Valor fechado na contrataçãoPercentual acordado sobre o valor da operação, pago apenas quando a venda se concretiza. Combinado por escrito antes de começar, sem surpresa no fim.
Só no fechamentoQuem só ganha na comissão tem pressa. Precisa que a venda saia rápido, e rápido quase sempre significa barato. O desconto sai do seu bolso, não do dele.
Quando a preparação é contratada, o incentivo muda de lado: eu sou pago para avaliar direito, montar um dossiê que sustente o preço e negociar firme — não para tirar o negócio da mesa a qualquer valor.
É a diferença entre um corretor apostando na sua venda e um profissional contratado para conduzi-la.
A queixa mais comum de quem já tentou vender com outra pessoa não é o preço nem o prazo. É o silêncio. A cada quinze dias você recebe um relatório do que aconteceu:
Seu nome, o nome da empresa e o motivo da saída não circulam. Não publico fachada, não anuncio endereço e não confirmo para terceiros que uma operação está à venda. Funcionário, fornecedor, concorrente e cliente ficam sabendo quando o negócio já está fechado — e quando é você quem decide contar.
Fui Diretor de Expansão de uma rede nacional de franquias — o cargo de quem vende as unidades, avalia o candidato e decide se ele entra ou não entra na rede. Passei anos dentro, vendo de perto o que separa uma operação que se vende bem de uma que encalha.
Isso me deu duas coisas que o corretor comum não tem. A primeira: eu sei o que a franqueadora vai exigir do comprador antes de ele sentar na mesa. A segunda, que vale para qualquer empresa: eu sei ler se o negócio dá lucro de verdade e se ainda tem para onde crescer — que é exatamente o que decide o preço.
Não trabalho com volume. Conduzo poucas operações ao mesmo tempo, pessoalmente, da leitura do negócio à assinatura — porque venda de empresa não se resolve com anúncio automatizado e resposta padrão.
Uma conversa sem compromisso e sem custo. Você sai sabendo se dá para vender agora, o que trava a operação e o que precisa ser arrumado antes — mesmo que a resposta seja “ainda não”.
Sobre o valuation: avaliar uma empresa é trabalho técnico e entra na contratação, não na primeira conversa. Não jogo número no ar — quem faz isso está chutando, e chute errado custa caro dos dois lados.
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